quinta-feira, 7 de março de 2013

Lição 10 HÁ UM MILAGRE EM SUA CASA

Lição 10
HÁ UM MILAGRE EM SUA CASA
10 de março de 2013
Professor Alberto
 

TEXTO ÁUREO


“Então, entra, e fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, e deita o azeite em todos aqueles vasos, e põe à parte o que estiver cheio”
 (2 Rs 4.4).
 
 

VERDADE PRÁTICA

A história da multiplicação do azeite da viúva mostra claramente que o Senhor é soberano e gracioso para suprir todas as necessidades de seus filhos.
 

COMENTÁRIO DO TEXTO ÁUREO

                                                                                        
“Então, entra, e fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, e deita o azeite em todos aqueles vasos, e põe à parte o que estiver cheio”(2 Rs 4.4).
Nosso texto áureo é sobre o milagre operado por Deus através do profeta Eliseu no aumento do azeite da viúva (2 Rs 4.1-7).
“Feche a porta para a dúvida. Um fator muito importante na história deste milagre é o que aconteceu após a viúva ter tomado emprestadas as vasilhas vazias de seus vizinhos curiosos.
Eliseu lhe disse: ‘Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos...’. Sempre haverá muitas pessoas para dizer ao contrário. Há os que replicam: ‘Os antecedentes são contra isso. Tentamos antes e falhamos’. Há também os que se queixam: ‘Não podemos suportar isso’. Eliseu simplesmente insistiu para que ela deixasse de fora os incrédulos, e fechasse os ouvidos para a dúvida.
Os vizinhos que estavam cientes de sua situação talvez fossem levados a pensar que as atitudes eram excêntricas e, com certeza, a ridicularizariam. Tachariam-na de tola por acreditar em algo tão impossível como que lhe propusera o profeta.
Jesus advertiu: ‘Atentai no que ouvis’ (Mc 4.24). Ele sabia que agimos e reagimos de acordo com aquilo que ouvimos daqueles que estão à nossa volta.
Eliseu também sabia quão rapidamente as sementes de dúvida crescem no solo do desespero e da perversidade humana. Dessa maneira, recomendou à viúva que entrasse em sua casa e fechasse a porta da dúvida.
Assim como Maria, mãe de nosso Senhor, devemos considerar alguns sonhos em nossos corações, ao invés devê-los assassinados numa conversa casual (Mt 7.6)” (BARNETT, T. Há um milagre em sua casa: A solução de Deus começa com o que você tem. 9. ed., RJ: CPAD, 2007, p.36).
“Há um milagre em sua casa. Da mesma forma que Deus usa Eliseu para informar da abundância de alimentos aos habitantes de Samaria, Deus usa Eliseu para tratar de uma situação igualmente importante: socorrer uma viúva e seus dois filhos. Deste tema, devemos nos lembrar de pelo menos três lições:
Problemas atingem a todos, inclusive pessoas tementes a Deus. A viúva do profeta foi consultar o homem de Deus para resolver um grave problema: além de viúva, herdou do marido uma dívida tão constrangedora que o credor levaria seus filhos como escravos.
A Bíblia não fala do montante da dívida nem do motivo que levou um homem de Deus a contraí-la, mas deixa claro que havia um credor batendo na porta da viúva para receber seu dinheiro.
Não bastasse a dor da perda do esposo, perderia também seus filhos. Mas aquela mulher tinha um referencial: Eliseu, o profeta do Senhor. Servos de Deus não estão isentos de passar por adversidades, mas devem lembrar-se de que têm um Deus a quem recorrer em todos os momentos.
Deus pode agir de forma sobrenatural por meio de coisas simples. O azeite era um produto de baixo valor agregado, em que pese ser essencial em todas as casas dos israelitas.
E foi por meio desse líquido comum que Deus fez prover a casa daquela mulher. A estratégia de Eliseu foi seguida, e a mulher viu a multiplicação do pouco em muito. Obedecer a voz do profeta fez a diferença para aquela mulher.
Deus espera que sigamos suas orientações sempre. Não basta saber qual é a vontade de Deus para nossas vidas. É preciso obedecer ao Senhor quando a vontade dEle é revelada.
Em certos casos, mesmo tendo a providência de Deus, é preciso sabedoria para tratar dos problemas. Aquela viúva viu o milagre em sua casa, mas parece que ainda não tivera idéia de como agir com toda aquela bênção. Ela retornou ao profeta Eliseu para lhe dar a nova, e ouviu do profeta (2 Rs 4.7).
O que pode nos parecer óbvio (vender o azeite para pagar a dívida) pode não o ser para a pessoa que está passando pela situação. De forma sábia, Eliseu trouxe a orientação para a viúva.
Em momentos como esse, devemos ter paciência com as pessoas aflitas, pois cada orientação é de suma importância, tendo em vista que nos momentos de aflição, nem sempre contemplamos o livramento do Senhor por causa de nossas preocupações. Por isso, tenhamos paciência com aqueles que passam por aflições, e Deus os abençoará” (Subsídio do Ensinador Cristão).
 
 
 

RESUMO DA LIÇÃO 10

 
HÁ UM MILAGRE EM SUA CASA
 
I. A MOTIVAÇÃO DO MILAGRE
1. A necessidade humana.
2. A misericórdia divina.
 
II. A DINÂMICA DO MILAGRE
1. Um pouco de azeite.
2. Uma fé obediente.
 
III. OS INSTRUMENTOS DO MILAGRE
1. O instrumento humano.
2. O instrumento divino.
 
IV. O OBJTIVO DO MILAGRE
1. Um resposta ao sofrimento.
2. Glorificar a Deus.
 

LEITURA BIBLICA

2 Rs 4.2 – As carências humanas
Sl 116.5 – A compaixão divina
Tg 2.7 – A fé obediente
2 Rs 7.1 – O braço divino
Mc 1.40-42 – O sofrimento humano
At 3.8 – A glória manifestada

 LEITURA BIBLICA EM CLASSE

2 Reis 4.1-7.
1 - E uma mulher das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao SENHOR; e veio o credor a levar-me os meus dois filhos para serem servos.
2 - E Eliseu lhe disse: Que te hei de eu fazer? Declara-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.
3 - Então, disse ele: Vai, pede para ti vasos emprestados a todos os teus vizinhos, vasos vazios, não poucos.
4 - Então, entra, e fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, e deita o azeite em todos aqueles vasos, e põe à parte o que estiver cheio.
5 - Partiu, pois, dele e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam os vasos, e ela os enchia.
6 - E sucedeu que, cheios que foram os vasos, disse a seu filho: Traze-me ainda um vaso. Porém ele lhe disse: Não há mais vaso nenhum. Então, o azeite parou.
7 - Então, veio ela e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto.

INTERAÇÃO

Professor, você crê em milagres? Então, não terá dificuldades no preparo desta lição, pois estudaremos a respeito de um dos milagres de Eliseu: a multiplicação do azeite na casa da viúva. Esta é uma das mais surpreendentes passagens bíblicas para aqueles que creem que para o Senhor não há causa impossível. Este milagre nos ensina que o pouco com Deus torna-se muito e a escassez pode converter-se em abundância. O Deus de Eliseu é o nosso Deus. Ele é imutável, e mediante sua graça continua a alcançar os corações daqueles que estão desesperados por um milagre. No decorrer da lição, enfatize que o Pai Celeste realiza milagres não porque merecemos. Não somos merecedores de nada, sua graça nos basta, mas os milagres em nossa vida são decorrentes da bondade divina. Deus é bom!

ORIENTAÇÃO PEDAGOGICA

Inicie a lição fazendo a seguinte indagação: “Mesmo em meio à escassez, você crê que Deus é poderoso para suprir suas necessidades?”. Ouça os alunos com atenção. Explique que muitas vezes Deus permite um período de escassez para que venhamos nos humilhar perante Ele e reconhecer a nossa dependência dEle. Enfatize o fato do quanto a fé daquela viúva e dos seus filhos foi fortalecida depois de experimentarem da provisão divina. Conclua lendo com a classe Tiago 4.10 e Mateus 5.4.
 
 

OBJETIVOS

 
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
ATENTAR para a real motivação de um milagre.
IDENTIFICAR os instrumentos de um milagre.
ESPECIFICAR os reais objetivos de um milagre.
 
 
 
 

COMENTÁRIO

 
                                    PALAVRA CHAVE
     PROVISÃO: Ato ou efeito de prover; provimento, abastecimento, fornecimento.
 
 

INTRODUÇÃO

 
Na lição de hoje, estudaremos a narrativa bíblica sobre a multiplicação do azeite na casa da viúva (2 Rs 4.1-7).
Não há dúvidas de que esta é uma das mais surpreendentes passagens bíblicas.
Nela, vemos o pouco tornar-se muito; a escassez converter-se em abundância e o vazio ficar cheio!
Vemos ainda como a graça de Deus alcança os corações desesperados.
Este texto, portanto, é bem claro em revelar que os milagres acontecem primeiramente em decorrência da bondade de Deus e, após, em resposta a uma fé obediente.
I. A MOTIVAÇÃO DO MILAGRE
1. A necessidade humana.
As bênçãos de Deus vêm em resposta a uma necessidade humana.
O milagre ocorrido na casa da viúva de um dos discípulos dos profetas confirma esse fato (2 Rs 4.1-7).
O texto expõe a extrema penúria na qual essa pobre mulher havia ficado.
Perdera o marido, que havia falecido, e agora corria o risco de perder também os filhos para os credores se não quitasse uma dívida.
Era costume naqueles dias um credor obrigar um devedor a saldar a sua dívida através do trabalho servil ou escravo (2 Rs 4.1b).
Essa mulher, portanto, necessitava urgentemente que alguma coisa fosse feita para tirá-la daquela situação.
Sabedora que o profeta Eliseu era um homem de Deus, recorreu a ele (v.1).
A Escritura mostra que o Senhor socorre o necessitado (Sl 40.17; 69.33; Is 25.4; Jr 20.13).
 
2. A misericórdia divina.
O milagre ocorrido na casa da viúva aconteceu como resposta a uma carência humana, mas não apenas isso: ocorreu também graças à compaixão divina.
Não foi apenas por ser pobre que a viúva foi socorrida, nem tampouco por haver sido esposa de um dos discípulos dos profetas (2 Rs 4.1).
O texto diz que ela “clamou” ao profeta Eliseu (2 Rs 4.1).
O termo hebraico que traduz essa palavra é tsa aq, que possui o sentido de clamar por ajuda, chorar em voz alta.
O profeta ficou sensibilizado; Deus compadeceu-se daquela mulher sofredora.
O Senhor é compassivo, misericordioso e longânimo (Êx 34.6; 2 Cr 30.9; Sl 116.5).
 
SINÓPSE DO TÓPICO (1)
O milagre ocorrido na casa da viúva aconteceu como resposta a uma carência humana e como resultado da compaixão divina.
 
 
II. A DINÂMICA DO MILAGRE
1. Um pouco de azeite.
Diante do clamor da viúva, o profeta Eliseu perguntou-lhe: “Que te hei de eu fazer? Declara-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite” (2 Rs 4.2).
Duas coisas precisam ser observadas aqui:
-  Em primeiro lugar, o milagre acontece na esfera familiar: “o que tens em casa”.
O lar e a família são importantes para Deus.
 
- Em segundo lugar, um pouquinho pode tornar-se muito se vem com a bênção de Deus.
De fato o texto hebraico destaca que a porção de azeite da mulher era tão minguada que ela quase esqueceu que o possuía.
No entanto, foi esse pouco que o Senhor usou para operar o grande milagre.
O que possuímos pode ser bem pouco, mas é suficiente para Deus operar os seus propósitos.
 
2. Uma fé obediente.
A instrução dada pelo profeta Eliseu para solucionar o problema da viúva é bastante reveladora sobre a dinâmica desse milagre (2 Rs 4.3-5).
Num primeiro momento, o profeta chamou a mulher à ação: “Vai, pede para ti vasos emprestados”.
A fé é demonstrada pela ação (Tg 2.17).
 Jesus também viu a fé do paralítico e dos homens que o conduziram em Cafarnaum (Mc 2.1-12).
Em segundo lugar, o milagre deveria acontecer de portas fechadas: “Fecha a porta”, disse o profeta.
A mulher obedeceu ao profeta, e o azeite começou a fluir.
E, assim, pôde ela salvar os filhos, pagar as dívidas e viver dignamente.
É possível que uma das causas da escassez de milagres hoje esteja na publicidade desenfreada.
Deus quer privacidade, mas os homens gostam de notoriedade.
 Gostam de aparecer e vangloriar-se (Lc 12.15).
Deixam a porta aberta para serem vistos!
 
SINÓPSE DO TÓPICO (2)
Um pouquinho pode tornar-se muito se vem com a bênção de Deus.
 
III. OS INSTRUMENTOS DO MILAGRE
1. O instrumento humano.
Por várias vezes, no livro de 2 Reis, o profeta Eliseu é chamado de “Homem de Deus” (2 Rs 4.7,9,16; 6.9).
 Sem dúvida esses textos demonstram que Eliseu era um instrumento de Deus para a operação de milagres.
Deus usa homens! Esse é um fato fartamente demonstrado na Bíblia.
Para formar uma nação e através dela revelar seu plano de salvação à humanidade, o Senhor chamou Abraão (Gn 12).
Para tirar os israelitas do Egito, Deus usou Moisés (Êx 4.1-17).
Para levar a mensagem do Evangelho aos gentios, o Senhor usou a Pedro (At 10 — 11).
Deus também chamou a Paulo para ser “um instrumento escolhido” para levar seu nome perante os nobres (At 9.15).
Para salvar-nos, Deus humanizou-se na pessoa bendita de Jesus Cristo (Jo 1.1,18; Fp 2.1-11).
E para sua obra missionária, Ele conta com você! (Mt 28.19).
 
2. O instrumento divino.
Quando uma grande fome assolava Samaria, o profeta Eliseu profetizou abundância de alimentos: “Então, disse Eliseu: Ouvi a palavra do Senhor; assim diz o Senhor: Amanhã, quase a este tempo, uma medida de farinha haverá por um ciclo, e duas medidas de cevada, por um ciclo, à porta de Samaria” (2 Rs 7.1).
O cumprimento dessa profecia parecia pouco provável naqueles dias, a ponto de o capitão, em cujo braço o rei se apoiava, haver ironizado: “Ainda que o Senhor fizesse janelas no céu, poder-se-ia fazer isso?” (2 Rs 7.2).
Mas a profecia cumpriu-se exatamente como Eliseu havia predito (2 Rs 7.16-20).
O texto põe a Palavra do Senhor como agente causador do milagre.
O cronista observa que esses fatos ocorreram “segundo a palavra do Senhor” (2 Rs 7.16).
O que o Senhor faz, Ele o faz através de sua Palavra.
 
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
A Palavra do Senhor foi o agente causador do milagre na vida da viúva. O que o Senhor faz, Ele o faz através da sua Palavra.
 
IV. O OBJETIVO DO MILAGRE
1. Um resposta ao sofrimento.
Todos os milagres realizados por Eliseu deixam bem claro que eles ocorreram em resposta a uma necessidade humana e também ao sofrimento (2 Rs 4.1-38; 5.1-19; 6.1-7).
O Novo Testamento mostra-nos que o Senhor Jesus libertava e curava porque se compadecia do sofrimento humano (Lc 13.10-17; Mc 1.40-45).
 
2. Glorificar a Deus.
Os milagres, portanto, são uma resposta de Deus ao sofrimento humano.
Todavia, eles não se centralizam no homem, mas em Deus.
Os milagres narrados nas Escrituras objetivam a glória de Deus.
Em nenhum momento, encontramos os profetas buscando chamar a atenção para si através dos milagres que realizavam nem tirar proveitos deles.
Quem tentou fazer isso e beneficiar-se de forma indevida foi Geazi, o servo de Eliseu.
Entretanto, quando assim procedeu foi severamente punido (2 Rs 5.20-27).
Em o Novo Testamento, observamos Pedro e Paulo pondo em destaque esse fato e mostrando que Deus, e não os homens, é quem deve ser glorificado (At 3.8,12; 14.14,15).
 
SINÓPSE DO TÓPICO (4)
Todos os milagres realizados por Eliseu ocorreram em resposta a uma necessidade humana e também ao sofrimento.
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O milagre da multiplicação do azeite é um testemunho do poder de Deus, que se compadece dos sofredores que o buscam de todo o coração.
O foco, portanto, dessa bela história não é a viúva nem tampouco o profeta Eliseu, mas o Senhor que através da instrumentalidade do seu servo abençoa essa pobre mulher.
A história faz-nos lembrar um outro feito extraordinário e muito mais relevante do que esse: a multiplicação dos peixes e pães por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele foi, é e sempre será a resposta a todo sofrimento humano.
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
BARNETT, T. Há um milagre em sua casa: A solução de Deus começa com o que você tem. 9 ed., RJ: CPAD, 2007.
ZUCK, R. B. Teologia do Antigo Testamento. 1 ed., RJ: CPAD, 2009.
 
EXERCÍCIOS
1. Segundo a lição, o que motivou a operação do milagre da multiplicação do azeite?
R. A necessidade da viúva e a misericórdia divina.
2. Como a viúva reagiu às instruções dadas pelo profeta Eliseu?
R. Agiu com fé e obediência.
3. Com qual expressão o cronista identifica o profeta Eliseu em seu relato?
R. “Homem de Deus”.
4. Cite um dos objetivos envolvidos na operação de um milagre.
R. Uma resposta ao sofrimento humano ou glorificar a Deus.
5. Como Pedro e Paulo destacam a relação dos milagres com o homem e Deus?
R. Eles mostram que é Deus, e não o homem, quem deve ser glorificado nos milagres.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Devocional
“Feche a porta para a dúvida
Um fator muito importante na história deste milagre é o que aconteceu após a viúva ter tomado emprestadas as vasilhas vazias de seus vizinhos curiosos. Eliseu lhe disse: ‘Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos...’. Sempre haverá muitas pessoas para dizer ao contrário. Há os que replicam: ‘Os antecedentes são contra isso. Tentamos antes e falhamos’. Há também os que se queixam: ‘Não podemos suportar isso’. Eliseu simplesmente insistiu para que ela deixasse de fora os incrédulos, e fechasse os ouvidos para a dúvida.
Os vizinhos que estavam cientes de sua situação talvez fossem levados a pensar que as atitudes eram excêntricas e, com certeza, a ridicularizariam. Tachariam-na de tola por acreditar em algo tão impossível como que lhe propusera o profeta.
Jesus advertiu: ‘Atentai no que ouvis’ (Mc 4.24). Ele sabia que agimos e reagimos de acordo com aquilo que ouvimos daqueles que estão à nossa volta. Eliseu também sabia quão rapidamente as sementes de dúvida crescem no solo do desespero e da perversidade humana. Dessa maneira, recomendou à viúva que entrasse em sua casa e fechasse a porta da dúvida. Assim como Maria, mãe de nosso Senhor, devemos considerar alguns sonhos em nossos corações, ao invés devê-los assassinados numa conversa casual (Mt 7.6)” (BARNETT, T. Há um milagre em sua casa: A solução de Deus começa com o que você tem. 9. ed., RJ: CPAD, 2007, p.36).
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Há um milagre em sua casa
Da mesma forma que Deus usa Eliseu para informar da abundância de alimentos aos habitantes de Samaria, Deus usa Eliseu para tratar de uma situação igualmente importante: socorrer uma viúva e seus dois filhos. Deste tema, devemos nos lembrar de pelo menos três lições:
Problemas atingem a todos, inclusive pessoas tementes a Deus. A viúva do profeta foi consultar o homem de Deus para resolver um grave problema: além de viúva, herdou do marido uma dívida tão constrangedora que o credor levaria seus filhos como escravos. A Bíblia não fala do montante da dívida nem do motivo que levou um homem de Deus a contraí-la, mas deixa claro que havia um credor batendo na porta da viúva para receber seu dinheiro. Não bastasse a dor da perda do esposo, perderia também seus filhos. Mas aquela mulher tinha um referencial: Eliseu, o profeta do Senhor. Servos de Deus não estão isentos de passar por adversidades, mas devem lembrar-se de que têm um Deus a quem recorrer em todos os momentos.
Deus pode agir de forma sobrenatural por meio de coisas simples. O azeite era um produto de baixo valor agregado, em que pese ser essencial em todas as casas dos israelitas. E foi por meio desse líquido comum que Deus fez prover a casa daquela mulher. A estratégia de Eliseu foi seguida, e a mulher viu a multiplicação do pouco em muito. Obedecer a voz do profeta fez a diferença para aquela mulher.
Deus espera que sigamos suas orientações sempre. Não basta saber qual é a vontade de Deus para nossas vidas. É preciso obedecer ao Senhor quando a vontade dEle é revelada. Em certos casos, mesmo tendo a providência de Deus, é preciso sabedoria para tratar dos problemas. Aquela viúva viu o milagre em sua casa, mas parece que ainda não tivera idéia de como agir com toda aquela bênção. Ela retornou ao profeta Eliseu para lhe dar a nova, e ouviu do profeta (2 Rs 4.7). O que pode nos parecer óbvio (vender o azeite para pagar a dívida) pode não o ser para a pessoa que está passando pela situação. De forma sábia, Eliseu trouxe a orientação para a viúva. Em momentos como esse, devemos ter paciência com as pessoas aflitas, pois cada orientação é de suma importância, tendo em vista que nos momentos de aflição, nem sempre contemplamos o livramento do Senhor por causa de nossas preocupações. Por isso, tenhamos paciência com aqueles que passam por aflições, e Deus os abençoará.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

EBD 2012 - A VIÚVA DE SAREPTA

Escola Bíblica Dominical Ebenezer

ALBERTO ARAÚJO
Superintendente da Missão Evangélica Cristo Vive
Coordenador de Agência Koinõnia de Comunicação Cristã – AKCC
E-mail: alberttoaraujo@gmail.com

“Se alguém fala, fale como entregando oráculos de Deus;...” (1 Pe 4:11)

As Sete Cartas do Apocalipse – A Mensagem Final de Cristo à Igreja
Lição 6: A VIÚVA DE SAREPTA
Título: Elias e Eliseu — Um ministério de poder para toda a Igreja
Comentarista: José Gonçalves

TEXTO ÁUREO

Em verdade vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses, de sorte que em toda a terra houve grande fome; e a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a Sarepta de Sidom, a uma mulher viúva(Lc 4.25,26).

VERDADE PRÁTICA

Para socorrer e sustentar os seus filhos, Deus usa os meios mais inesperados.
HINOS SUGERIDOS
28, 126, 245.



LEITURA DIÁRIA
Segunda - 1 Rs 17.4 – Provisão em Querite
Terça - 1 Rs 17.12 – Escassez em Sarepta
Quarta - 1 Rs 17.13 – Deus em primeiro lugar
Quinta - 1 Rs 17.14 – A suficiência divina
Sexta - 1 Rs 17.19 – O poder da oração intercessória de Elias
Sábado - 1 Rs 17.21 – O poder da oração perseverante

1 Reis 17

1.                 

2.                  Depois veio a ele a palavra do SENHOR, dizendo:
3.                  Retira-te daqui, e vai para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.
4.                  E há de ser que beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem.
5.                  Foi, pois, e fez conforme a palavra do SENHOR; porque foi, e habitou junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.
6.                  E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã; como também pão e carne à noite; e bebia do ribeiro.
7.                  E sucedeu que, passados dias, o ribeiro se secou, porque não tinha havido chuva na terra.
8.                  Então veio a ele a palavra do SENHOR, dizendo:
9.                  Levanta-te, e vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente.
10.              Então ele se levantou, e foi a Sarepta; e, chegando à porta da cidade, eis que estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; e ele a chamou, e lhe disse: Traze-me, peço-te, num vaso um pouco de água que beba.
11.              E, indo ela a trazê-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me agora também um bocado de pão na tua mão.
12.              Porém ela disse: Vive o SENHOR teu Deus, que nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela, e um pouco de azeite numa botija; e vês aqui apanhei dois cavacos, e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos, e morramos.
13.              E Elias lhe disse: Não temas; vai, faze conforme à tua palavra; porém faze dele primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo aqui; depois farás para ti e para teu filho.
14.              Porque assim diz o SENHOR Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará até ao dia em que o SENHOR dê chuva sobre a terra.
15.              E ela foi e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias.
16.              Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou; conforme a palavra do SENHOR, que ele falara pelo ministério de Elias.
17.              E depois destas coisas sucedeu que adoeceu o filho desta mulher, dona da casa; e a sua doença se agravou muito, até que nele nenhum fôlego ficou.
18.             
Então ela disse a Elias: Que tenho eu contigo, homem de Deus? vieste tu a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade, e matares a meu filho?
19.              E ele disse: Dá-me o teu filho. E ele o tomou do seu regaço, e o levou para cima, ao quarto, onde ele mesmo habitava, e o deitou em sua cama,
20.              E clamou ao SENHOR, e disse: O SENHOR meu Deus, também até a esta viúva, com quem me hospedo, afligiste, matando-lhe o filho?
21.              Então se estendeu sobre o menino três vezes, e clamou ao SENHOR, e disse: O SENHOR meu Deus, rogo-te que a alma deste menino torne a entrar nele.
22.              E o SENHOR ouviu a voz de Elias; e a alma do menino tornou a entrar nele, e reviveu.
23.              E Elias tomou o menino, e o trouxe do quarto à casa, e o deu a sua mãe; e disse Elias: Vês aí, teu filho vive.
24.              Então a mulher disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de Deus, e que a palavra do SENHOR na tua boca é verdade.
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Três Fatos Notáveis da Viúva de Sarepta

Texto Bíblico: 1Reis 17.8-16
Introdução: Deus atento às necessidades e aflições de uma viúva pobre. Ele enviou Elias para fortalecer-lhe a fé e trazer-lhe bençãos materias no momento em que ela julgava que tudo estava perdido (v. 12).
A fé que essa viúva tinha em Deus e na sua palavra, através do profeta Elias, levou-a a permutar o certo pelo incerto e o invisível pelo invisível (vv. 10-16; Hb 11.27).
A viúva crente recebeu do profeta de Deus, não somente uma benção material, como também uma benção espiritual.
E diante desse episódio posso observar três fatos notáveis na vida desta mulher.
Vejamos:
1- Mulher de Coragem. (v. 13a). “… Não temas…”
  • Para aceitar os desafios. . (Êx 14.15).
  • Para desafiar os obstáculos. (2Crô 32.7,8).
  • Para enfrentar o adversário das nossas almas. (Tg 4.7b).
  • Para viver no centro da vontade de Deus. (Rm 12.2).
2- Mulher de Obediência – Submissão. (vv.1 3b, 15a). “… vai… E foi ela e fez conforme a palavra de Elias…”
  • A obediência é questão de prudência. (Mt 7.24).
  • A obediência é o preço do êxito. (Js 1.7,8).
  • A obediência é o caminho que leva à vitória. (Jo 9.7).
3- Mulher de Fé. (vv. 14,15). “Porque assim diz o SENHOR, Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até ao dia em que o SENHOR dê chuva sobre a terra. E foi ela e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias.”
  • Para ver o invisível. (Hb 11.1,27).
  • Para agradar a Deus. (Hb 11.6).
  • Para ver a glória de Deus. (Jo 11.40).
  • Para tornar possível todas as coisas. (Mc 9.23).
Resumo: A mulher venceu o medo e respondeu mostrando uma atitude de Coragem, Obediência e Confiança. Deus foi fiel à sua promessa. – “Da panela a farinha se não acabou, e da botija o azeite não faltou, conforme a palavra de SENHOR, que falara pelo ministério de Elias.” (v. 16). Siga o exemplo dessa mulher e tome posse das bênçãos e promessas do Senhor na sua vida em nome de Jesus!

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Reis 17.8-16.
8 - Então, veio a ele a palavra do SENHOR, dizendo:
9 - Levanta-te, e vai a Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente.
10 - Então, ele se levantou e se foi a Sarepta; e, chegando à porta da cidade, eis que estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; e ele a chamou e lhe disse: Traze-me, peço-te, numa vasilha um pouco de água que beba.
11 - E, indo ela a buscá-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me, agora, também um bocado de pão na tua mão.
12 - Porém ela disse: Vive o SENHOR, teu Deus, que nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanhei dois cavacos e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos e morramos.
13 - E Elias lhe disse: Não temas; vai e faze conforme a tua palavra; porém faze disso primeiro para mim um bolo pequeno e traze-mo para fora; depois, farás para ti e para teu filho.
14 - Porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até ao dia em que o SENHOR dê chuva sobre a terra.
15 - E foi ela e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias.
16 - Da panela a farinha se não acabou, e da botija o azeite não faltou, conforme a palavra do SENHOR, que falara pelo ministério de Elias.

INTERAÇÃO

Professor, hoje estudaremos a respeito do cuidado e da provisão divina para com o profeta Elias. No decorrer da lição, procure enfatizar o cuidado de Deus para com aqueles que se dispõe a fazer sua vontade. O Senhor não mudou, como um pai amoroso Ele continua a cuidar de seus filhos. Elias foi fiel ao Todo-Poderoso ao cumprir sua missão — confrontar a apostasia no reino do Norte. A sua devoção e zelo pela Palavra do Senhor, fez com que ele precisasse de um lugar seguro para refugiar-se. O próprio Deus escolheu e preparou este lugar, em Sarepta. Ali, uma pobre viúva seria usada como parte do plano de provisão do Senhor. Aprendemos com este episódio que o Pai Celeste é o nosso Provedor. Ele, como o Bom Pastor, supre as nossas necessidades. Confie!


OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Compreender que Deus é o nosso provedor.
·   Explicitar o poder da graça de Deus para com os povos gentílicos.
·   Conscientizar-se do poder da Palavra de Deus e da oração.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Prezado professor, para introduzir o tópico II da lição utilize o esquema abaixo. Reproduza-o conforme as suas possibilidades. Fale que além da viúva de Sarepta, as Sagradas Escrituras falam sobre outras mulheres estrangeiras que o Senhor acolheu através do seu povo. Raabe, Rute e a mulher siro-fenícia comprovam que Deus não pertence a nenhum grupo específico. Ele é infinito e seu Santo Espírito sopra onde quer.

A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES ESTRANGEIRAS NAS ESCRITURAS
• Raabe: Habitante de Jericó na época da invasão de Israel à Canaã. Sua história é narrada em Josué 2.1-22; 6.17-25. Há, sobre ela, referências claras em o Novo Testamento. Aqui, o autor sagrado atribui a salvação de Raabe à sua fé (Tg 2.25; Hb 11.31).
• Rute: Uma moabita que casou com dois fazendeiros judeus: Malom (Rt 4.10), um dos filhos de Elimeleque e Noemi (4.3; 1.2), e Boaz, um parente de Elimeleque (4.3).
• A mulher siro-fenícia: Mulher gentílica, da região de Tiro e Sidom, que pediu a Jesus para curar a sua filha (Mc 7.26; cf. Mt 15.21,22).

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Provisão: Abastecimento, fornecimento, mantimentos.

A visita do profeta Elias a terra de Sarepta, onde foi acolhido por uma viúva pobre, é emblemática por algumas razões. Primeiramente, a história revela o cuidado de Deus para com os que se dispõem a fazer sua vontade. Não importa onde estejam, Deus cuida de cada um de seus filhos. Elias foi o agente de Deus para confrontar a apostasia no reino do Norte. Necessitava, pois, de um lugar seguro para refugiar-se. Em segundo lugar, o episódio revela a soberania de Deus sobre as nações. Mesmo tratando-se de uma terra pagã, Deus escolhe dentre os moradores de Sarepta, uma mulher que servirá como instrumento na construção de seu propósito.

I. UM PROFETA EM TERRA ESTRANGEIRA

1. A fonte de Querite. Logo após profetizar uma grande seca sobre o reinado de Acabe, Elias recebeu a orientação divina: “Vai-te daqui, e vira-te para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Quente, que está diante do Jordão” (1 Rs 17.3). Elias havia se tornado uma persona non grata no reinado de Acabe. E, devido a esse fato, precisava sair de cena por um tempo. Seguindo a orientação divina, ele refugia-se primeiramente próximo à fonte de Querite. Era um lugar de sombra e água fresca, mas não representava o ponto final de sua jornada. Ele não poderia fixar-se naquele local porque ali não havia uma fonte permanente, mas uma provisão em tempos de crise (1 Rs 17.7). Quem faz de “Querite” seu ponto final terá problemas porque certamente secará!
2. Elias em Sarepta. Elias afasta-se de seu povo e de sua terra, indo refugiar-se em território fenício (1 Rs 17.9). A geografia bíblica informa-nos que Sarepta era uma pequena localidade situada a cerca de quinze quilômetros de Sidom, terra da temida Jezabel (1 Rs 16.31). Às vezes o Senhor faz coisas que parece não ter lógica alguma! No entanto, esse foi o único lugar no qual o rei Acabe jamais pensaria em procurar o profeta (1 Rs 18.10). São nas coisas menos prováveis que Deus realiza seus desígnios! Sarepta parecia ser uma terra de ninguém, mas estava no roteiro de Deus para a efetivação do seu propósito.
SINOPSE DO TÓPICO (I)
Num momento de crise Elias se afastou do seu povo e de sua terra e refugiou-se em território fenício.

II. UMA ESTRANGEIRA NO PLANO DE DEUS
1. A soberania e graça de Deus. Quando o Senhor ordenou ao profeta que se deslocasse até Sarepta, revelou-lhe também qual era o seu propósito: “Ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente” (1 Rs 17.9). Elias precisava sair da região controlada por Acabe e isso, como vimos, aconteceu quando ele se dirigiu a Sidom, na Fenícia.
O texto é bem claro em referir-se à viúva como sendo um instrumento que o Senhor usaria para auxiliar a Elias: “Ordenei ali a uma mulher viúva”. Quem era essa viúva ninguém sabe. Todavia, foi a única escolhida pelo Senhor, dentre milhares de outras viúvas, para fazer cumprir seu projeto soberano (Lc 4.25,26). Era uma gentia que, graças ao desígnio divino, contribuiu para a construção e desenvolvimento do plano divino.
2. A providência de Deus. A providência divina para com Elias revelou-se naquilo que Paulo, muito tempo depois, lembrou (1 Co 1.27). Um gigante espiritual ajudado por uma frágil mulher! Sim, uma mulher viúva e pobre. Muito pobre! Ficamos a pensar o que teria passado pela cabeça do profeta quando o Senhor lhe disse que havia ordenado a uma viúva que o sustentasse. Era de se imaginar que a mulher possuísse algum recurso. Como em toda a história de Elias, a provisão de Deus logo fica em evidência. A providência divina já havia se manifestado nos alimentos trazidos pelos corvos (1 Rs 17.4-6). Agora revelar-se-ia através de uma viúva pobre.
SINOPSE DO TÓPICO (II)
Pela sua soberania e graça, Deus incluiu uma estrangeira em seu plano.

III. O PODER DA PALAVRA DE DEUS
1. A escassez humana e a suficiência divina. A mulher que Deus havia levantado para alimentar Elias durante o período da seca disse não possuir nada ou quase nada: “nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanhei dois cavacos e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos e morramos.” (1 Rs 17.12). De fato o que essa mulher possuía como provisão era algo humanamente insignificante! A propósito, o termo hebraico usado para punhado, dá a ideia de algo muito pouco! Era pouco, mas ela possuía! Deus queria operar o milagre a partir do que a viúva tinha. A suficiência divina se revela na escassez humana. O pouco com Deus torna-se muito!
2. Deus, a prioridade maior. O profeta entrega à viúva de Sarepta a chave do milagre quando lhe diz: “porém faze disso primeiro para mim um bolo pequeno e traze-mo para fora; depois, farás para ti e para teu filho” (1 Rs 17.13), O profeta era um agente de Deus, e atendê-lo primeiro significava colocar a Deus em primeiro lugar. O texto sagrado afirma que “foi ela e fez segundo a palavra de Elias” (1 Rs 17.15). Tivesse ela dado ouvidos à sua razão, e não obedecido as diretrizes do profeta, certamente teria perdido a bênção. O segredo, pois, é colocar a Deus sempre em primeiro lugar (Mt 6.33).
SINOPSE DO TÓPICO (III)
Na escassez humana vemos a suficiência divina através do poder da Palavra de Deus.

IV. O PODER DA ORAÇÃO
1. A oração intercessória. O texto de 1 Reis 17.1 traz a profecia de Elias sobre a seca em Israel. E, de fato, a seca aconteceu. Tiago, porém, destaca que a predição de Elias foi acompanhada de oração: “Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra” (Tg 5.17). Novamente o profeta encontra-se diante de um novo desafio e somente a oração provará a sua eficácia. O filho da viúva morreu e Elias toma as dores da pobre mulher, pondo-se em seu lugar e clama ao Senhor (1 Rs 17.19,20). Deus ouviu e respondeu ao seu servo.
2. A oração perseverante. Elias orou com insistência (1 Rs 17.21). Ele estendeu-se sobre o menino três vezes! Isso demonstra a natureza perseverante de sua oração. Muitos projetos não se concretizam, ficam pelo caminho porque não são acompanhados de oração perseverante. O Senhor Jesus destacou a necessidade de sermos perseverantes na oração ao narrar a parábola do juiz iníquo (Lc 18.1). É com tal perseverança que conseguiremos alcançar nossos objetivos.

SINOPSE DO TÓPICO (IV)
O clamor intercessório e perseverante confirmam o poder da oração.

CONCLUSÃO
A soberania de Deus sobre a história e sobre os povos e o seu cuidado para com aquele que o teme se revelam de forma maravilhosa no episódio envolvendo o profeta Elias e a sua visita a Sarepta. Não há limites quando Deus quer revelar a sua graça e tampouco há circunstância demasiadamente difícil que possa impedi-lo de mostrar o seu poder provedor.

EXERCÍCIOS
1. Geograficamente falando, onde ficava Querite e Sarepta?
R. Querite ficava do lado oriental do reino do Norte, na fronteira do Jordão e Sarepta ficava a cerca de quinze quilômetros de Sidom.

2. De que forma vemos a ação de Deus se manifestar em Sarepta?
R. Incluindo a viúva em seu plano e provendo o que era necessário para ela e para Elias.

3. Que lições podemos aprender do milagre na casa da viúva?
R. Que quando se coloca Deus como prioridade maior, então haverá garantia para a provisão da escassez humana.

4. No episódio da ressurreição do filho da viúva, quais aspectos da oração podem ser destacados?
R. Os da oração intercessória e perseverante.

5. Segundo a lição, como devemos alcançar os nossos objetivos?
R. Com perseverança.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Geográfico
“Sarepta
Durante os três anos de seca sofridos por Israel nos dias de Acabe, Deus enviou Elias, que havia pronunciado o julgamento de Israel, à cidade fenícia de Sarepta, para que ali fosse sustentado. Nesta cidade, a viúva com a qual o profeta viveu desfrutou um suprimento perene de azeite e farinha, e experimentou a alegria de ter seu filho ressuscitado dos mortos (1 Rs 17.8-24). A cidade estava localizada a aproximadamente treze quilômetros ao sul de Sidom, ao longo da costa mediterrânea, na estrada para Tiro. Também é conhecida como Zarefate em algumas versões (Ob 1.20) e como Sarepta no NT (Lc 4.26) é a moderna Sarafand. Sarepta é mencionada em textos ugaríticos do século XIV a.C. e em papiros egípcios do século XIII a.C junto com Biblos, Beirute, Sidom e Tiro como uma das principais cidades da costa (ANET, p.477). Tanto Senaqueribe como Esar-Hadom reivindicam ter tomado Sarepta de acordo com as inscrições assírias (ela foi chamada Zaribtu, ANET, p.287)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1 ed., RJ: CPAD, 2009, p.1768).



AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsídio Devocional
“1 Reis 17.8-16
Aqui nós temos um relato de outra proteção que Elias recebeu e de outra provisão que lhe foi feita durante o seu isolamento. Da assolação e da fome se rirá aquele que tem Deus por seu amigo para guardá-lo e mantê-lo. O ribeiro de Querite está seco, mas o cuidado de Deus por seu povo, e a bondade para com ele, nunca cessam, nunca falham, antes, são os mesmos, e continuam e se prolongam para aqueles que o conhecem (Sl 36.10). Quando o ribeiro secou, o Jordão não; por que Deus não o enviou para lá? Com certeza porque Ele mostrava que possuía uma variedade de formas de sustentar seu povo e não está preso a nenhuma. Deus agora proverá para ele onde ter alguma companhia e oportunidade de ser útil, e não ser, como tinha sido, enterrado vivo. Observe:
[...] O lugar para onde ele é enviado, a Sarepta, uma cidade de Sidom, fora fronteira de Israel (v.9). Nosso Salvador observa esse fato como um sinal antigo do favor de Deus planejado para os pobres gentios, na plenitude dos tempos (Lc 4.25,26). Muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, e é provável que algumas teriam lhe oferecido as boas-vindas em suas casas; mas ele é enviado para honrar e abençoar com a sua presença uma cidade de Sidom, uma cidade gentia, e assim se torna (diz o Dr. Lightfoot) o primeiro profeta dos gentios. Israel tinha se corrompido com as idolatrias das nações e se tornado pior do que elas; justamente por isso a sua queda é a riqueza do mundo. Elias foi odiado e expulso pelos seus compatriotas; por isso, ele vai para os gentios como posteriormente se ordenou aos apóstolos que fizessem (At 18.6). Mas, por que para uma cidade de Sidom? Talvez porque a adoração de Baal, que então era o clamoroso pecado de Israel, tinha vindo recentemente dali com Jezabel, que era de Sidom (16.31); por essa razão, para lá ele devia ir, para que dali pudesse sair o destruidor daquela idolatria: ‘certamente de Sidom eu chamei o meu profeta, o meu reformador’. Jezabel era a maior inimiga de Elias; porém, para mostrar a ela a impotência da sua malícia, Deus encontrará para ele um esconderijo exatamente no país dela. Cristo jamais esteve entre os gentios, exceto uma vez, quando foi para as partes de Sidom (Mt 15.21).
A pessoa designada para hospedá-lo não é nenhum dos ricos mercadores ou dos grandes homens de Sidom, nem alguém como Obadias, que era mordomo da casa de Acabe e que alimentava os profetas; mas é ordenado a uma pobre viúva (isto é, ela é capacitada e disposta por Deus), desamparada e solitária, que o sustente. É o modo de Deus, e é a sua glória, fazer uso das coisas loucas deste mundo e honrá-las. Ele é, de forma especial, o Deus das viúvas, e as alimenta, e por isso elas devem pensar em como poderão retribuir a Ele” (HENRY, M. Comentário Bíblico do Antigo Testamento: Josué a Ester. 1 ed., RJ: CPAD, 2010, p.512).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

A viúva de Sarepta

Uma cena curiosa aparece na narrativa de Elias: Sua ida a Sarepta, uma cidade de Sidom, e seu encontro com uma mulher viúva. Com todo o cenário de caos em Israel, Deus se preocupa com uma mulher viúva da terra natal de Jezabel a ponto de enviar Elias não apenas para se manter vivo, mas para preservar a mulher e seu filho vivos também.
O perfil da viúva de Sarepta. Aquela era uma mulher que não tinha para si um provedor. O Texto Sagrado não diz há quanto tempo ela ficara viúva, mas diz que era uma mulher que além de viúva, não tinha mais recursos para se manter, a ponto de dizer ao profeta que ela não possuía nada mais que um punhado de azeite e farinha em casa, e que os usaria para fazer a última refeição de sua vida e da vida de seu filho. Foi nesse ambiente que Deus realizou a multiplicação dos únicos bens daquela mulher.
Aquela mulher também demonstrou fé naquilo que Elias disse. Quando surgem momentos de escassez, é comum as pessoas se tornarem mais egoístas. Mas aquela viúva fez o que Elias ordenou, e viu a providência divina em seu lar no período de seca.
A atitude de Elias. Quando o filho daquela viúva morreu, ela não se lembrou, em sua dor, da providência de Deus em seu lar por causa da presença de Elias. Na verdade, ela acusou o profeta de ser o responsável por aquela morte. E Elias precisava responder àquela situação. Ele não discutiu com a mulher. Apenas pediu que ela lhe entregasse o corpo do seu filho. Indo para o seu quarto, Elias roga ao Senhor que traga a vida do menino, e Deus responde à oração de Elias, realizando a primeira ressurreição da Bíblia. E quando devolveu o filho ressuscitado à sua mãe, Elias não discutiu. Em nenhum momento Elias chamou aquela mulher de incrédula, ou de ingrata (afinal, ela e seu filho estavam vivos graças à presença de Elias naquela casa). Ele agiu com mansidão, e Deus o honrou (1 Rs 17.24). Atente para o fato de que Elias agiu de forma mansa com aquela mulher, mas posteriormente agiu de forma impetuosa diante de Acabe e de sua idolatria, mostrando que há momentos certos para se ter atitudes certas diante de problemas diferentes. E por meio de Elias, o testemunho de Deus foi dado em terras estrangeiras por meio de milagres e da providência divina, a ponto de esse caso ser citado séculos depois pelo próprio Jesus.

 

 

 

 

 





 

A VIÚVA DE SAREPTA - EXEMPLO DE HUMILDADE E FÉ



"E Elias disse: Não temas; vai, faze conforme à tua palavra; porém faze primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo aqui; depois para ti e para teu filho." (1Re 17:13)


O seu nome não sabemos mas a conhecemos como "a viúva de Sarepta". Mulher de coração bom que nos deixou um exemplo de humildade e fé no Deus que pouco a pouco ela foi conhecendo.

Tudo começou quando o profeta Elias disse ao rei Acabe - o rei que irritou Deus mais "do que todos os reis de Israel que foram antes dele." (1Re 16:33b):
"Vive o Senhor Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, segundo a minha palavra." (1Re 17:1b)
Esta tremenda seca atingiu a todos, até mesmo o profeta Elias. Mas Deus cuidou dele assim como cuida de todos nós, seus filhos. A Bíblia nos diz que ele foi morar perto do ribeiro de Querite, bebeu de suas águas e foi alimentado por corvos que traziam pão e carne pela manhã e pão e carne à noite. Deus estava no controle de tudo e cuidava muito bem do seu servo. Por causa do plano perfeito que o Senhor tinha para a sua vida, Ele, então, enviou Elias para Sarepta para ali viver.
Lá, naquela cidade, vivia uma mulher viúva, juntamente com seu filho. Por causa da terrível seca que assolava aquela terra, ela esta prestes a morrer quando o Senhor falou com ela. O que Ele disse a esta pobre viúva, não sabemos mas a Bíblia em 1 Reis 17:9 nos diz que Ele falou com Elias o seguinte:
"Levanta-te, e vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eia que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente."

Irmã, esta pobre viúva tinha apenas um punhado de farinha e um pouco de azeite para fazer um bolo que só dava para ela e para seu filho comerem e, depois, morrerem.
Ah, irmã, eu não sei o que faria nesta situação! Não sei como estaria o meu coração - se aberto para ouvir o que o profeta falava (de um Deus que eu não conhecia) ou se fechado pensando apenas em mim e no meu filho. Por um lado, eu estaria agindo com amor, misericórdia e pena de alguém que, assim como eu, também estava faminto e, por outro lado, estaria agindo egoisticamente, pensando somente em mim e no meu filho.
Que o Senhor, através do Seu Espírito, sempre esteja me convencendo a ter um espírito misericordioso e sempre pronto a dividir o punhado que Ele tão amorosamente me concede a cada dia!

A decisão desta mulher, que estava a um passo da morte, foi uma decisão sábia, corajosa, misericordiosa e cheia de compaixão para com o profeta. Ela decidiu não só abrir a sua mão mas também o seu coração para dividir o pouco que tinha.

Assim como a viúva de Sarepta, conhecemos pessoas que arriscaram suas vidas ou mesmo doaram toda a sua vida para ajudar pessoas que estavam precisando delas. Por exemplo:
1) Corrie ten Boom foi uma mulher de Deus que viveu na época da Segunda Grande Guerra Mundial, onde a mão pesada de Hittler caía sobre o povo judeu. Muitos e muitos deles foram escondidos no porão de sua casa a fim de escaparem da morte e de campos de concentração. Esta sua decisão a levou para um campo de concentração alemão onde ela foi a única dentre suas irmãs que sobreviveu. Ela arriscou a sua vida por amor a Deus e a Seu povo


2) Raabe foi uma extraordinária mulher que arriscou a sua vida porque amava a Deus. Ela ajudou os dois espias enviados por Josué, escondendo-os em sua casa para que não fossem mortos pelos homens de sua terra. Ela poderia ser morta mas agiu corajosamente e ficou do lado de Deus e do seu povo.

Irmã, no nosso dia a dia também enfrentamos situações que, muitas vezes, são permitidas pelo Senhor e nos deixam atônitas. O que devemos fazer? Que medida devemos tomar? O que poderá acontecer conosco? Quando estas perguntas surgem em nossas mentes devemos recorrer ao Senhor e ver o que é que Ele quer de nós. Devemos esquecer o  nosso egoísmo, esquecer o nosso eu e ficar do lado do Senhor e do Seu povo. Não pensemos só em nós, em nosso conforto, em nosso bel prazer mas pensemos nos que estão precisando de nós e que tipos de bênçãos podemos derramar nas vidas de outras pessoas. Que o Senhor nosso Deus nos use e nos fortaleça, dando-nos sabedoria e coragem!

No livro "Mulheres Que Amaram a Deus", a autora, Elizabeth George, faz uma comparação entre a viúva de Sarepta e uma outra mulher que viveu nesta mesma época - Jezabel. Ela disse: "A Bíblia nos diz: 'Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons (Provérbios 15:3)'. Na história da vida dessas duas mulheres, vemos o mal e o bem:

A Viúva de Sarepta-------------             ------------------------------------------------Jezabel
1- Era pobre porém generosa ----------------------------------------- 1. Era rica e má
2- Cuidou de Elias -------------------------------------------- 2. Prometeu matar Elias
3- Acreditou no Deus Todo Poderoso --------    ------------- 3. Acreditava em Baal
4- Não possuía nada mas possuía tudo ------4.Possuía tudo mas não possuía nada
5- É mencionada na Palavra de Deus --------     ------- 5. Morreu de forma brutal "

Com qual destas duas mulheres você se parece?
Com qual destas duas mulheres você quer se parecer?
Você é uma mulher hospitaleira?
Você tem prazer em dividir o pão que o Senhor lhe dá, diariamente?
A escolha é sua. A decisão é sua. O querer agradar ao Senhor depende de você.
A viúva de Sarepta é um bom exemplo para a sua vida. Siga os seus passos. Seja um exemplo de mulher que tem prazer em dividir não apenas coisas materiais mas principalmente as espirituais. Seja sensível às necessidades daqueles que o Senhor coloca diante de você.

Amada irmã:
aja com fé, crendo que o Senhor é Aquele que supre as suas necessidades;
aja com fé, crendo que o Senhor é Aquele que vai transformá-la numa mulher hospitaleira (a sua parte é querer ser hospitaleira e a do Senhor é mudar o seu coração); aja com fé, crendo que o Senhor é Aquele que vai transformá-la na mulher do Seu coração - dócil, misericordiosa e sábia.

Que o Senhor esteja nos ajudando neste tão grande desejo de mudança e de transformação! E que esta vontade tenha início AGORA para que possamos nos apresentar diante de Deus "aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar..." (2Ti 2:15) Amém!
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Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). Esta Bíblia e a ARC (excelente até a edição 1894, ainda aceitável nas edições da IBB/JUERP, desaconselhada na edição SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).